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sábado, 10 de setembro de 2011

Castigo ou declinio


 

 

'Pegar Bin Laden 10 anos depois é embaraçoso', diz pesquisador

Professor de política do instituto suíço IMD diz que a demora confirma fato de que os EUA são uma potência em declínio

São Paulo - Para o professor de política econômica do instituto suíço IMD Jean-Pierre Lehmann, o governo dos Estados Unidos tem menos motivos para comemorar a morte de Osama bin Laden do que a multidão que fez festa em frente à Casa Branca. "É um acontecimento importante, mas levar 10 anos para conseguir isto não pode ser chamado de vitória. É embaraçoso para a inteligência norte-americana."

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Segundo Lehmann, a demora em encontrar bin Laden mostra a dificuldade dos Estados Unidos em reagir. A caçada ao terrorista começou em 2001, assim que a autoria dos atentados às torres gêmeas, em 11 de setembro daquele ano, foi atribuída à Al Qaeda, sob a liderança de bin Laden.
As buscas se estenderam por uma década, desafiando os presidentes George W. Bush - por dois mandatos - e Barack Obama. Durante este período, a imagem de potência militar que os Estados Unidos sustentavam sofreu desgaste, tanto diante do mundo quanto aos olhos dos próprios americanos.
"Bush falhou sucessivas vezes. Depois de bombardear o Afeganistão sem sucesso, houve a 'distração' no Iraque, que desviou os EUA de seu propósito de combater a Al Qaeda e capturar bin Laden", explica o pesquisador.
Para ele, nem a notícia mais aguardada da década será capaz de reforçar a imagem do país. "Por que levou tanto tempo para a maior potência do mundo ter sucesso nas buscas por bin Laden? Ter conseguido matá-lo não reverte a impressão de que os Estados Unidos são uma potência em declínio."

terça-feira, 6 de setembro de 2011

PEARL HARBOR

O ataque a Pearl Harbor foi uma operação aeronaval de ataque à base norte-americana de Pearl Harbor, efetuada pela Marinha Imperial Japonesa na manhã de 7 de Dezembro de 1941.
O ataque em Pearl Harbor, na ilha de Oahu, Havaí, foi executado de surpresa contra a frota do Pacífico da Marinha dos Estados Unidos da América e as suas forças de defesas, o corpo aéreo do Exército estado-unidense e a força aérea da Marinha.
O ataque danificou ou destruiu 11 navios e 188 aviões e matou 2403 militares estado-unidenses e 68 civis. Contudo, os três porta-aviões da frota do Pacífico não se encontravam no porto, pelo que não foram danificados, tal como os depósitos de combustível e outras instalações. Utilizando estes recursos a Marinha foi capaz de, em seis meses a um ano, reconstruir a frota.
O ataque marcou a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial e o início da Guerra do Pacífico, ficando conhecido como Bombardeamento de Pearl Harbor e Batalha de Pearl Harbor, embora o nome mais comum seja Ataque a Pearl Harbor ou simplesmente Pearl Harbor.
 Destruição em massa
Morte de milhares de civis.
Ataque á hospitais.
·         Isso ser um holocausto.
·          Os americanos é quem são os terroristas, isso sim, se foram  atacados em uma zona militar deveriam  responder  atacando uma zona militar e não milhares de civis e crianças inocentes. Cidadãos  estadunidenses, estado-unidenses, americanos, norte-americanos ou ianques  não são melhores que cidadãos  de outros países, nada justifica tamanha barbárie. 
Em 6 de agosto de 1945, duas bombas atômicas vaporizaram 210.000 pessoas em Hiroshima e Nagasaki. Aquelas que sobreviveram são chamadas “hibakusha” – pessoas expostas à bomba – estima-se que cerca de 200.000 ainda estejam vivas. Hoje, com a ameaça real de armas de destruição em massa – o arsenal mundial é capaz de repetir a destruição de Hiroshima mais de 400.000 vezes.
·         O mundo se cala a tamanha crueldade, desumanidade!
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As 8:15  da manhã de 6 de agosto de 1945, quando os moradores de Hiroshima estavam começando o dia, um avião americano B-29, chamado Enola Gay, soltou uma bomba atômica chamada "Little Boy", com 12,500 toneladas de TNT, que detonou 580 metros acima do Hospital Shima próximo ao centro da cidade.
Como resultado do ataque, calor e incêndios, a cidade de Hiroshima foi destruída e 90 mil pessoas morreram naquele dia. Três dias após destruir Hiroshima, outro avião B-29 atacou a cidade de Nagasaki com a terceira arma atômica mundial. O ataque resultou em mortes imediatas de 40 mil pessoas.
Até o final de 1945, 145 mil pessoas tinham morrido em Hiroshima e 75 mil em Nagasaki. Mais dezenas de milhares de pessoas sofreram ferimentos sérios. Mortes entre os sobreviventes continuaram nos próximos anos devido aos efeitos da radiação que também causou o nascimento de bebês com má formação.
Na concepção de muitos, se não da maioria dos cidadãos americanos, as bombas atômicas salvaram a vida de talvez 1 milhão de soldados americanos e a destruição de Hiroshima e Nagasaki é vista como um pequeno preço a ser pago por salvar tantas vidas e levar a guerra terrível ao final. Esta visão dá a impressão que o ataque nestas cidades com armas atômicas foi útil, rendeu frutos e é uma ocasião a ser celebrada.
Más a necessidade de se jogar as bombas para terminar a guerra tem sido amplamente discutido pelos historiadores. Muitos intelectuais, incluindo Lifton e Michell, mostram que o Japão estava com intenções de se render quando as bombas foram jogadas, que a estratégia militar americana havia calculado muito menos baixas de uma invasão do Japão e finalmente que havia outras maneiras de se terminar a guerra sem utilizar bombas atômicas nas duas cidades japonesas.
Entre os críticos do uso das armas nucleares em Hiroshima e Nagasaki estão líderes militares americanos. Em uma entrevista após guerra o General Dwight Eisenhower, que mais tarde viria a ser presidente dos EUA, disse a um jornalista: " ... os japoneses estavam prontos para se renderem e não era necessário atacá-los com aquela coisa terrível."
O Almirante William D. Leahy, chefe do grupo de trabalho de Truman, escreveu:
" Na minha opinião o uso desta arma bárbara em Hiroshima e Nagasaki não ajudou em nada na nossa guerra contra o Japão. Os japoneses já estavam vencidos prontos a se renderem ... Sinto que sendo os primeiros a usá-la, nós adotamos o mesmo código de ética dos bárbaros na Idade Média (...) Guerras não podem ser ganhas destruindo mulheres e crianças ..."
Não há reconhecimento suficiente no mundo e nem nos EUA de que as vítimas das bombas eram na maioria civis, que aqueles mais próximos do epicentro das explosões foram incenerados enquanto os mais distantes receberam a radiação, que muitos tiveram mortes dolorosas e que mesmo hoje, mais de cinco décadas após o ataque com bombas nucleares, os sobreviventes ainda sofrem os efeitos da radiação.
As bombas de Hiroshima e Nagasaki fazem parte do passado. Mas elas ensinem umas das lições mais importantes da humanidade: existe a possibilidade de sermos exterminados como espécie, não simplesmente mortes individuais, mas o fim dos seres humanos.
Cada dia em que as armas nucleares continuem a existir na Terra é um dia que se festeja uma catástrofe como aquelas de Hiroshima e Nagasaki em 6 e 9 de agosto de 1945.
Mais de 30 mil armas nucleares existem no mundo hoje. Tudo isto apesar de que os maiores e mais antigos portadores de armas nucleares, EUA, Russia, China, França e Reino Unido, terem prometido, há mais de 30 anos, eliminar suas armas nucleares. A proliferação de armas nucleares para Israel , India , Paquistão e Korea do Norte e a possível aquisição e produção de armas nucleares por organizações não estatais, tem aumentado o perigo de uma guerra nuclear intencional ou por acidente mais cedo ou mais tarde.








quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fabiana Murer

Saltando 4,85m, Fabiana Murer levou as cores do Brasil para o topo do mundo. Levou também os corações dos brasileiros saltarem ou “bater”  mais alto de pura emoção. A atleta do salto com vara mostrou ousadia e concentração e conseguiu a primeira medalha de ouro do país em um Mundial de Atletismo. Ela entrou para a história do esporte brasileiro, deixando para trás a alemã Martina Strutz, que foi medalha de prata com 4,80m. A russa Svetlana Feofanova ficou com o bronze, saltando 4,75m. Com a conquista outdoor, a brasileira unificou dois títulos mundiais, já que foi campeã indoor em 2010, em Doha.
Parabéns Fabiana Murer

Novidades

Navegando na Net fiquei desnorteado com tanto “DE TUDO UM POKO” que fui encontrando  no caminho virtual.
São tantas variedades que me foi difícil escolher alguns em especial para que vocês possam também saborear as dicas muito bacanas que eles nos oferecem.
São dicas descoladas e outras de importâncias e praticas ímpar.
Vale a pena conferir pesquise “de tudo um pouko” e comprove por si mesmas”os” o que digo.