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terça-feira, 13 de junho de 2017

Sou negro sim!


Sou negro sim, sou negro sim, tenho sangue negro em mim.
E  sinto orgulho de ter nascido assim,  faço parte dos negros do Brasil. 
Dentre os mais simples e outros famosos, cantores, poetas e outros mils. 
Foi assim que o Brasil surgiu,  entre os escravos pai foi de Machado de Assis. 
Que a história omitiu, temos mais poetas negros que deram origem Academia de Letras!
Isso nada foi divulgado nas enciclopédias nacionais.
Agora venho mostrar ao mundo a transparência,  dos negros do Brasil. 
Brasil negro,  faltou essa cor na bandeira nacional, que teve seu sangue derramado.
Na independência do país contra Portugal,  negros lutaram também contra invasores. 
Na história não conta a bravura e patriotismo dessa raça varonil, Brasil negro sim.
Orgulho em mim em ter nascido assim, nossos cabelos multicor e peles também.
Faço parte da aquarela do Brasil, com muito amor negro sou, preto sim.
Aquarela sem o preto não tem cores nem o verde e amarelo da bandeira existiria. 
Por isso eu digo,  falta preto na bandeira, falta o negro na história nacional,  não como escravo, sim como heróis que deixaram tanta herança,  pra cultura brasileira, entre a 
musical batuque do samba,  religioso candoble, culinaria feijoada, estilo de vestimenta
e looks maquiagem e cabelo, são riquezas inquestionáveis e presentes no Brasil.   
Deixo alguns links para vocês apertarem e conhecerem a herança na cultura nacional.

http://umnegro.blogspot.com.br/2007/12/cruz-e-sousa-poeta-negro-brasileiro.html


http://www.bing.com/images/search?q=vestimenta+baiana&qpvt=vestimenta+baiana&qpvt=vestimenta+baiana&qpvt=vestimenta+baiana&FORM=IGRE

http://www.bing.com/images/search?q=looks+afro&FORM=AWIR

http://www.brasil.gov.br/cultura/2009/10/cultura-afro-brasileira-se-manifesta-na-musica-religiao-e-culinaria

Castro Alves já dizia com propriedade e sabedoria que escravidão era heroínas de civilização e poesia por tradição! 
Assim ele poetizava os negros que via:

http://www.academia.org.br/academicos/castro-alves/biografia

Aqui venho prestigiar minha cor, minha família,  meus amigos,  minha afro no sangue.
Paro por aqui, mas esta história não termina, negro,  preto não tem fim, por ser passado e ser presente e nos representa sempre o futuro pela frente que há de vir! Sou negro sim!

Neste pasto sai o fenô que alimenta o meu gado,  que sustenta tanta gente do Brasil afora. 
Nas noites frias a fumaça cobre as matas ela só se dissipa quando o sol esquenta as ervas
voltando tudo a se enxergar. 
Enquanto isso não acontece a névoa tensa faz tudo andar bem devagar, pois tem risco de acidentes,  de cair em ribanceira ou se afogar em ribeirinhas desconhecidas do lugar.
O mais seguro é esperar o dia clarear sem se aventurar, nessa mata verdejante que alimenta animais e gente, igualmente pode matar se cuidado não tomar.
A névoa ser intensa que tudo desaparece, até o nariz próximo dos olhos  não há como enxergar. 
Mas é lindo,  o amor pela natureza toma conta da gente, o coração agradece, a alma pede bênção,  no silêncio que acontece como se fosse uma prece nessa imensidão.
Sertão eu desconheço mas muita gente desse agreste também engrandece tudo que la acontece,  relatos de caatinga, e sofrimentos pelas secas,  mas ninguém quer abandonar
essa terra bruta,  dura  de se viver mas o amor por essa bandas faz tudo superar. 
Assim também foi a escravidão que com tanto sofrimentos  nos deixou uma lição,  de todos holocausto essa foi sem dúvida a mais repugnante da civilização

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